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Distúrbios do Sono

Descubra quais são e como tratar os distúrbios mais comuns do sono, além da apneia e da insônia

Um em cada três adultos no mundo inteiro é acometido pela apneia obstrutiva do sono e entre 85% e 90% dos acometidos por este distúrbio do sono estão longe de saber disso, segundo a Sociedade Brasileira de Endrocrinologia e Metabologia. O sonambulismo, o bruxismo, o terror noturno e a narcolepsia, entre tantos outros distúrbios do sono, estão roubando qualidade de vida das pessoas e – o que é muito mais sério – podem ser fatais.

Mas como identificar um distúrbio do sono? E o que fazer diante do diagnóstico? Leia este conteúdo preparado por nossos especialistas e descubra quais são e como tratar os distúrbios mais comuns do sono, além da apneia e insônia. Boa leitura!

O que são os distúrbios do sono?

Como tem sido suas noites de sono regulares? Se você tem sentido cansaço, irritação, alteração de humor, sonolência ao longo do dia, falta de atenção e até mesmo queda de rendimento no trabalho ou nos estudos, saiba que estes são os sintomas mais comuns dos distúrbios do sono.

Os distúrbios do sono são doenças que afetam o seu sono regularmente. As mais conhecidas são a insônia e a apneia do sono, mas existem vários outras distúrbios, que lhe roubam qualidade de vida e podem até mesmo provocar depressão, um acidente vascular cerebral (AVC) ou mesmo uma doença cardiovascular. Ou seja, o assunto é sério e precisa ser investigado. A boa notícia é que todos têm tratamento.

Medicina do sono: como se iniciou?

Ainda não tão conhecida do grande público, a medicina do sono surgiu na década de 70, quando médicos das mais variadas especialidades, como neurologistas, psiquiatras e pneumologistas, além de psicólogos, começaram a estudar o assunto mais profundamente e criaram as primeiras escolas da medicina do sono nos Estados Unidos e na Europa.

No Brasil, a medicina do sono chegou quase 20 anos depois, portanto em meados da década de 90. Uma curiosidade sobre o assunto: muitos acreditam que os distúrbios do sono apareceram com o surgimento da luz artificial, que confunde o corpo humano sobre quando é dia ou noite. No entanto, o filósofo Aristóteles já relacionava a regulação do sono com a digestão.

Somente em 01 de agosto de 2011 a Medicina do Sono foi reconhecida como área de atuação médica no Brasil. Exatamente neste dia foi publicada no Diário Oficial da União a resolução 1973/2011, do Conselho Federal de Medicina, estabelecendo os critérios para o reconhecimento e denominação de especialidades e áreas de atuação na Medicina.

Para se certificar em Medicina do Sono, o médico precisa ter o título de especialista da Associação Médica Brasileira (AMB) em neurologia, otorrinolaringologia, pneumologia ou psiquiatria.

As principais doenças do sono: a insônia

Certamente, a insônia é o mais conhecido distúrbio do sono. Ela pode acontecer de três formas distintas: a pessoa tem dificuldade de dormir, de manter o sono ou desperta bem antes da hora desejada. Os principais sintomas são cansaço excessivo, falta de foco, irritabilidade, alteração do apetite e dor de cabeça e no corpo.

Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Sono, um em cada três brasileiros sofre deste distúrbio do sono. A ansiedade é a principal causa da insônia, ou seja, fatores psicofisiológicos como expectativa excessiva, preocupação e estresse provocam este distúrbio. Mas outras causas conhecidas são a prevalência de dores corporais, uso de determinados medicamentos e doenças respiratórias e reumáticas.

Os especialistas alertam que problemas de saúde mental, de saúde física, menopausa, gestação, alteração de fuso horário, hospitalização, fatores ambientas (como temperatura alta ou baixa demais e barulho), estilo de vida não saudável, com consumo exagerado de álcool e cafeína, falta de atividade física, trabalho em turno e processo natural do envelhecimento também são fatores de risco.

É muito difícil encontrar alguma pessoa que jamais sofreu de insônia. Mas ela deixa de ser um sintoma e se transforma em um transtorno crônico quando se torna regular, e neste caso é preciso consultar um médico especialista em medicina do sono. Neurologistas explicam que a insônia é fruto de um desequilíbrio em áreas do cérebro que contribuem com a manutenção do ciclo de sono/vigília, de forma a atrapalhar o sono.

Como tratar a insônia

Médicos do sono recomendam àqueles que têm insônias ao menos três vezes por semana procurar ajuda profissional. Um histórico bem elaborado poderá apontar sintomas diurnos e noturnos que estejam atrapalhando a qualidade do sono do paciente. Muito provavelmente, o médico solicitará que seu paciente faça um diário do sono, que nestes casos pode ser mais útil do que exames.

Pode-se utilizar o actígrafo, instrumento capaz de detectar oscilações nos padrões de atividade do sono para o entendimento da expressão do ritmo circadiano do paciente. Assim, é capaz de oferecer informações sobre a rotina diária do paciente, além de dar acesso a informações sobre os horários que ele estava exposto a luz ambiental e ao ritmo da temperatura corporal, que tem uma grande associação com a regulação diária endógena ao longo do dia.

O tratamento pode ser farmacológico ou não, sempre evitando o uso farmacológico, se possível. De forma geral, os profissionais são orientados a evitar a prescrição de benzodiazepínicos. Quando utilizados medicamentos, opta-se por antidepressivos, agonistas seletivos de receptores sensíveis a medicamentos benzodiazepínicos, agonistas melatoninérgicos e melatonina, entre outros. Há quem recomende o uso de fitoterápicos, como a valeriana e a passiflora, mas não há estudos científicos que comprovem o sucesso destes tratamentos.

Entre muitas aplicações possíveis, algumas ações do tratamento não farmacológico consistem em:

• terapia na manipulação da rotina de sono do paciente;

• combater o medo de ir dormir e não conseguir pegar no sono;

• terapia cognitiva comportamental para insônia (TCCI).

Não tratar da insônia pode trazer problemas do coração, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes, ganho de peso, depressão e asma. Portanto, tratar esta doença do sono é fundamental.

Apneia do sono

Nem todo mundo conhece ou sabe exatamente o que é a apneia do sono, mas ela é muito mais comum do que se imagina. Uma pesquisa realizada pelo Instituto do Sono, de São Paulo, por meio de análises realizadas em 2007 e 2017, identificou que a porcentagem de brasileiros acometidos pela apneia passou de 38% para 69%.

A apneia obstrutiva do sono (AOS), popularmente conhecida apenas como apneia, pode acometer qualquer pessoa, inclusive bebês.  O Hospital do Coração de São Paulo (HCor) estima que 20% das crianças que roncam podem sofrer de apneia.

A apneia provoca uma breve interrupção da respiração durante o sono, e isso pode se repetir entre algumas e centenas vezes em uma mesma noite. O ar caminha da boca e do nariz para os pulmões o tempo inteiro, mas para os acometidos por esta doença do sono, o fluxo do ar é interrompido, e isso acontece porque o espaço das vias aéreas da garganta de quem tem apneia do sono é obstruído por causas congênitas ou adquiridas com o tempo, como consequência da obesidade ou do consumo de álcool, por exemplo.

O ronco é a principal característica da apneia obstrutiva do sono, causado pelo fluxo de ar que atravessa o espaço apertado das vias aéreas da pessoa. Uma apneia não tratada pode trazer consequências graves pra o paciente, como o desenvolvimento de hipertensão, doença cardíaca, acidente vascular cerebral e diabetes.

Sinais e sintomas

• Garganta seca ou dolorida ao acordar;

• Ronco alto;

• Sonolência e falta de energia durante o dia;

• Dor de cabeça pela manhã;

• Sono bem agitado, com despertares repentinos ou mesmo insônia;

• Mudança de humor e diminuição do apetite sexual.

O tratamento da Apneia

O diagnóstico da apneia do sono é feito por meio do histórico do paciente e exames físicos.  Alguns testes também podem ser solicitados pelo médico, como o uso do polissonógrafo. Este teste mede a atividade de diferentes sistemas orgânicos associados ao sono, podendo incluir eletroencefalograma, eletro-oculograma, eletromiograma, eletrocardiograma, teste de oximetria de pulso e gasometria arterial. Portadores da apneia do sono devem procurar um otorrinolaringologista especialista em distúrbios do sono.

Existem diferentes formas de tratar da doença. Doenças respiratórias, sobrepeso, amigdalas aumentadas e alterações craniofaciais podem causar a apneia e devem ser controladas. Muitos médicos também recomendam o uso de aparelhos intraorais, que reposicionam a mandíbula ou a língua, com o objetivo de manter as vias aéreas abertas durante o sono.

Há, no mercado, inúmeros aparelhos deste tipo, desde soluções de baixo custo e sem necessidade de prescrição médica, até dispositivos personalizados feitos por um dentista especializado. Muitos médicos também recomendam os chamados aparelhos de pressão positiva (CPAPs), que permitem um fluxo contínuo de ar com suficiente pressão para abrir a passagem do ar até o pulmão.

A cirurgia também é uma opção para casos mais graves. Antes da decisão pela cirurgia, porém, é importante realizar terapia com um fonoaudiólogo experiente e especializado, porque este tratamento ajuda a firmar os músculos da boca e da garganta, com o objetivo de evitar a obstrução durante o sono, quando os músculos estão relaxados.

Também é recomendado:

• Perda de peso;

• Não dormir de barriga para cima;

• Fazer atividades relaxantes à noite;

• Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e de comidas pesadas.

Terror noturno

Embora possa acometer adultos, o terror noturno é mais comum entre crianças entre dois e cinco anos. É muito importante que não se confunda este distúrbio do sono com o pesadelo. O terror noturno dura entre segundos e alguns poucos minutos, quando a criança acometida pode sentar na cama, gritar, abrir os olhos, chorar e até correr pela casa, mas no dia seguinte não se lembra de nada. Adultos costumam ser mais agressivos durante os episódios de terror noturno.

Outros sintomas são:

• Aparentar medo intenso;

• Chutar ou se debater deliberadamente;

• Sudorese

• Dificuldade para acordar;

• Respiração anormal e batimento cardíaco acelerado

• Choro intenso;

• Olhos bem abertos e olhar fixo;

A medicina do sono ainda não sabe a causa exata do terror noturno, mas acredita-se que seja fruto de um estímulo exagerado no sistema nervoso central durante o sono.

Os médicos explicam que este distúrbio do sono pode estar relacionado à privação do sono, cansaço extremo, estresse, febre (para crianças), dormir em um lugar não familiar, excesso de luz e barulho no ambiente, histórico familiar, distúrbios respiratórios durante o sono, enxaqueca e o uso de determinados medicamentos, entre outros fatores.

Terror noturno: o que é e como tratar

O diagnóstico é feito por meio da descrição dos eventos. Em geral, os casos de terror noturno não precisam de tratamento, pois desaparecem com o tempo. Os pais não devem segurar a criança durante um episódio, pois tal atitude pode prolongá-los. O que se recomenda são medidas preventivas para evitar que a criança se machuque durante os eventos.

Se a criança tiver episódios muito violentos e esteja correndo risco de se machucar gravemente, o médico poderá indicar o uso de alguns medicamentos, durante três a seis semanas. Mas o tratamento medicamentoso não é muito comum.

Os médicos que podem ser consultados sobre o assunto são o clínico geral, o pediatra, o médico do sono, o neurologista, o psicólogo e o psiquiatra. Uma consulta é muito relevante quando os episódios se tornam mais frequentes, quando a criança passa a ter medo de ir dormir, sobre risco de se machucar e o problema persiste mesmo durante a adolescência ou fase adulta.

No caso de adultos, normalmente os acometidos pela doença têm histórico de depressão ou ansiedade. Nestes casos, a psicologia pode ajudar muito na eliminação deste distúrbio do sono.

Narcolepsia

A narcolepsia acontece por conta de uma alteração no equilíbrio de algumas substâncias químicas do cérebro. É caracterizada por uma sonolência excessiva durante o dia, ainda que a pessoa tenha dormido muito bem e o suficiente. Não é incomum um portador de narcolepsia ter um episódio de sono em pé, dentro de um ônibus, por exemplo.

Em um primeiro momento, o sono começa com o desligamento do controle muscular, quando é caracterizado por ondas lentas. Em torno de 90 minutos depois deste estágio, a pessoa entra na fase do sono chamada REM, quando a atividade do cérebro é intensa. Portadores de narcolepsia pulam a etapa do sono lento, entrando diretamente na fase do sono REM.

O sintoma principal e exclusivo desse distúrbio do sono é a perda súbita e reversível da força muscular durante a vigília. Os outros sintomas são: sonolência diurna excessiva, anormalidades na fase do sono REM, paralisia muscular e até alucinações hipnagógicas.

O tratamento da narcolepsia

O médico poderá solicitar uma polissonografia e um teste de latências múltiplas para diagnosticar a doença. O tratamento é medicamentoso, podendo utilizar a combinação de doses pequenas de estimulantes e antidepressivos. Caso seja possível, um cochilo à tarde também é muito recomendado.

Sonambulismo

O sonambulismo também é um distúrbio do sono sem causa conhecida. Ele se manifesta durante o estágio mais profundo do sono, por meio de atividades motoras sem consciência da pessoa. Isso acontece porque as funções cerebrais continuam adormecidas, mas a pessoa fica em um estágio de transição entre o sono e a vigília. No dia seguinte, o sonambulo nada lembra sobre o ocorrido.

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode sofrer de sonambulismo, mas a doença acomete principalmente as crianças até os 12 ou 13 anos. Curiosamente, no passado acreditava-se que bastava acordar um sonâmbulo, durante um episódio da doença, por meio de um susto, para curá-lo de vez. O fato é que o melhor a fazer é levar a pessoa de volta para sua cama, tão somente isso.

O sonâmbulo pode sentar-se sobre a cama, fechar ou abrir portas e janelas e mesmo ir ao banheiro ou comer alguma coisa, tudo isso sem a menor consciência. Em geral, as ações são rotineiras, sem interferência do cérebro, o que pode provocar acidentes. Há muitos casos, por exemplo, de sonâmbulos que se cortaram com uma faca ao preparar alguma comida. São pouco comuns, mas há casos de pessoas que caminham pela rua ou até dirigem um carro.

Sonambulismo tem tratamento?

Os fatores predisponentes para o sonambulismo são a privação do sono, distúrbios psiquiátricos (como depressão e ansiedade), problemas respiratórios, consumo de álcool e outras drogas, bexiga cheia e barulho e temperatura desagradáveis na hora do sono. Este distúrbio do sono é considerada um distúrbio benigno, que pode desaparecer espontaneamente.

O tratamento é proposta pelo médico apenas quando os episódios são muito frequentes e ofereçam risco de acidentes ou constrangimento para o paciente. Técnicas de relaxamento e psicoterapia são utilizados, mas o médico também pode, em alguns casos, receitar medicamentos. Recomenda-se trancar portas e janelas, retirando as chaves das fechaduras, bloqueio do acesso a escadas e manter o ambiente arrumado, para que o sonâmbulo não tropece ou esbarre em objetos que possam machucá-lo.

Síndrome das pernas inquietas, o que é e como tratar

Também conhecida como Síndrome de Ekbom, a síndrome das pernas inquietas é caracterizada por alterações de sensibilidade e agitação motora involuntária das pernas, mas em casos mais graves pode acometer os braços também. Na maior parte das vezes, os sintomas aparecem de noite, atrapalhando – e muito – o sono da pessoa. Consequentemente, o acometido tem um dia sonolento e se sente cansado e irritado.

Esta doença compromete muito a qualidade de vida. Muitas vezes, o acometido não pode sequer ir a um cinema ou um teatro, ou mesmo realizar viagens mais longas. Os principais sintomas são: desconforto e necessidade de mover as pernas, dor, formigamento, arrepio e pontadas. A causa ainda não é conhecida, mas cientistas explicam que há predisposição genética e deficiência de dopamina e de ferro em áreas motoras do cérebro.

O diagnóstico é predominantemente clínico, mas o médico poderá solicitar uma polissonografia e a dosagem dos teores de ferritina e tranferrina no sangue. Estas substâncias são responsáveis por transportar o ferro no sangue, daí o pedido de exame. Vale pontuar que esta síndrome pode acometer pessoas de todas as idades, mas é rara na infância.

O tratamento se utiliza de medicamentos, que dependem da gravidade do caso. Recomenda-se, veementemente, o não consumo de cafeína, álcool e cigarros.

Bruxismo

O ranger involuntário dos dentes, a dor na mandíbula e o desgaste da dentição são as principais características do bruxismo. Trata-se de uma desordem funcional, cujos casos mais graves podem trazer problemas ósseos na gengiva. O bruxismo está ligado a fatores genéticos e ao estresse, a ansiedade e problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca.

Quando acontece de dia, esse distúrbio do sono é chamado de briquismo. Os acometidos por ela também podem sofrer de dor e zumbido no ouvido, dor no pescoço e nos músculos da face. O diagnóstico é clínico, mas o médico ou dentista pode solicitar uma polissonografia.

Não há um tratamento totalmente eficaz para o bruxismo, mas medicamentos ansiolíticos são utilizados para controlar o estresse. Em geral, os médicos ou dentistas especializados recomendam o uso de placas interoclusais flexíveis de silicone ou placas rígidas de acrílico. Esse recurso é moldado de acordo com o formato da arcada dentária do paciente, e ajuda a reduzir o atrito provocado pelo bruxismo.

Utilizando a actigrafia no tratamento dos distúrbios do sono

Também conhecida como actimetria, a actigrafia é um método de acompanhamento de ciclos de atividade e repouso, com captação, compilação e processamento de informações para estudo do ritmo do sono e da vigília. A actigrafia é realizada por meio do actígrafo.

Diversos modelos de actígrafo se assemelham muito a um relógio de pulso, que é utilizado no braço não dominante da pessoa. Basicamente o aparelho registra e compila a movimentação do indivíduo por meio de acelerômetros, e aparelhos mais modernos contam com sensores de temperatura e luminosidade, entre outros, que contribuem ainda mais para a análise feita pelo aparelho.

A actigrafia detecta distúrbios do sono e ritmicidade circadiana, avalia a qualidade do sono, quantifica o tempo na cama, indica episódios de sono durante o dia e é utilizado para estudos na área de medicina do sono, mas também na psiquiatria, medicina do trabalho, psicologia comportamental e outras áreas onde a ritmicidade circadiana tenha papel fundamental para estudo de distúrbios.

Conclusão

Somente profissionais devidamente habilitados podem diagnosticar e tratar os distúrbios do sono, e procurar ajuda é extremamente importante para restabelecer a qualidade do seu sono. Nunca é demais lembrar que uma boa noite de sono é uma condição básica para a nossa saúde.

Os mais variados distúrbios do sono afetam a qualidade do nosso sono e de quem dorme conosco. O problema maior, no entanto, é a falta de consciência da necessidade de se tratar, pois a doença pode evoluir e trazer consequências até fatais. Tratar um ronco apenas como um incômodo é um erro.

Há tratamento e soluções para todas as doenças do sono. E o primeiro passo, sem dúvida, é reconhecer que há algum problema e que você precisa de ajuda de um especialista.

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